sábado, 17 de outubro de 2009


O curso de Design está em festa.

O trabalho da alunas Jessica, Luciana e Larissa, do 4 semestre, conquistou o primeiro lugar na 13 Feicit. O vencedor, entre 95 projetos, foi "Estomybag: suporte de bolsas coletoras para estomizados".

Parabéns as alunas e ao todos do curso. Que esse momento sirva de estímulo e inspiração a todos que tem um projeto na mente. Agora, o próximo passo é a Mostratec.
Estamos torcendo por vocês, Jessica, Luciana e Larissa.
Até a Mostratec.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009


Em 17 de agosto recebemos os novos alunos do Curso de Design. Os professores desejam o melhor a esses alunos e esperam que vivam momentos de muita criatividade e efervescência cultural.




FUNDAÇÃO LIBERATO
CURSO DE DESIGN
HISTÓRIA DA ARTE 1
Profª. Sonia Porto Machado


Petrificar um raio de sol?

Quem não gostaria de poder guardar um pequeno raio de sol? Sim, guardar o sol. Quem já não pensou nisso? Pelo menos depois de uma daquelas longas semanas chuvosas do inverno, alguém já pensou.
O sol aquece, dá a luz, indica um novo dia, é remédio para muitas doenças, e talvez por isso, seja significado de vida. Povos que vivem em lugares que tem pouco sol, apresentam alguns problemas no relacionamento humano que não aparecem em países tropicais, com grande incidência solar. Em alguns lugares tem rituais de homenagem ao sol e outros foram mais longe, transformaram o sol em um Deus.
Dizem que os obeliscos são a representação do desejo do povo do Egito Antigo de petrificar um raio do sol. Os obeliscos permanecem até hoje, em quase todas as grandes cidades do mundo, demonstrando que mesmo após tantos séculos, eles permanecem vivos e ainda despertando interesse.
Assim, são as juras dos jovens apaixonados. Juras de amor eterno e de interesse mútuo para sempre. Se pudessem, em meio a paixão, talvez se petrificassem. Petrificariam o instante em que se interessaram um por outro. Será possível detectar o instante em que isso aconteceu? Será possível guardar esse instante para sempre?



CLIENTE: um jovem casal está com a data marcada para o casamento. Ele tem 32 anos, é cineasta (acabou de lançar um documentário) e apaixonado por quadrinhos. Ela tem 29 anos, é bailarina clássica e professora de balé para crianças. Eles desejam que essa união seja eterna e querem entregar a cada convidado um pequeno fraco simbolizando o seu amor.

ATIVIDADE: você recebeu um pequeno vidro com tampa. Use esse vidro para representar o que eles pedem.
Em cada vidro deve ser colocado um fio de nylon de 2 metros, a fim ser pendurado.

INSPIRAÇÃO: Egito Antigo

terça-feira, 29 de setembro de 2009


3 Semestre - agosto/09


As portas e janelas



Desde o aparecimento do ser humano e da vida em grupo nos preocupamos em fechar espaços (seja para proteção ou para privacidade) e abrir pequenos buracos naquilo que havia sido fechado. Abrir para entrar ar, luz e, quem sabe, ampliar os horizontes de quem olha de dentro.
Portas e janelas já foram feitas de todos os tipos e materiais. Desde a Capadócia com grandes pedras fazendo a função de uma porta até portas decoradas excessivamente, como em Versalhes.
Precisamos de portas e janelas. Elas nos isolam quando queremos e abrem novos caminhos quando sabemos abri-las.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009


2 Semestre 2009





''Quando a gente cresce e vira adulto, uma parte da infância permanece viva dentro de nós e, às vezes, brinca de esconder e aparecer. Estou falando de capacidade de fantasiar e imaginar. Criamos cenários míticos onde atuamos como verdadeiros atores clássicos.

E ninguém duvidaria de nossa atuação.

Essa habilidade de sair do real e entrar nesse mundo inventado, nos permite recordar o tempo das magias e dos mistérios. E também, nos capacita para manter nossa mente com saúde.

Estudar um lugar carregado de mistérios exige um espírito livre e sem censura.

E para conhecer esse mundo precisamos deixar guardado o velho hábito de julgar tudo que é diferente ''



Turma do 2 semestre foi desafiada a criar um boneco/a inspirado no conteúdo da Idade Média. Os bonecos serão doados para a comissão de voluntários da escola.

terça-feira, 30 de junho de 2009



Todas as sociedades criaram rituais para sinalizar os momentos importantes. Rituais para marcar nascimento, para troca de idade, para o casamento, para a morte...enfim, solenidades que dignificam a ocasião.
A formatura é um dos momentos mais importante para os estudantes e para a instituição de ensino. Para os estudantes marca a saída do ninho, onde errar fazia parte do contexto. Onde resolviam problemas juntos e as soluções e prazos podiam ser negociadas. Onde eram aprendizes e a curiosidade era a mola que impulsionava o crescimento. Marca, também, a entrada de novos profissionais no mercado de trabalho. Os medos e inseguranças partilham com a ansiedade esse novo momento.
Para a instituição é sempre motivo de orgulho ver seus alunos despedirem-se na formatura. Orgulho porque lembramos como entraram e temos claro, as modificações que viveram. Orgulho por saírem novos profissionais comprometidos com um trabalho que modifique e surpreenda o mundo.
Exatamente, o que pensava a Bauhaus. Estudar para transformar o mundo. Nada menos que o mundo. Tinham a pressa dos jovens. A ousadia e ansiedade daqueles que estão aprendendo. Achavam que faziam diferença. E faziam.
Essa ousadia é que queremos nesse trabalho. Nada menos que ousadia.





CLIENTE: Os formandos do Curso de Design da Fundação Liberato.

ATIVIDADE: Desenhar, em uma folha A3. Os dados estão em anexo.
INSPIRAÇÃO: Bauhaus
TURMA do 3 semestre

terça-feira, 23 de junho de 2009




O Rugby é considerado o segundo esporte coletivo mais popular do mundo. Originado na Inglaterra espalhou-se pelo mundo de influência britânica junto com a colonização. É considerado por muitos como uma variação do futebol. Inclusive, quando não se sabe como explicar, as pessoas dizem “sabe o futebol americano? É parecido com ele mas não é futebol.” Mas quem conhece aprende que são diferentes e possuem regras, também, muito diferentes.
Quem observa uma partida de Rugby, pensa imediatamente, na aparente violência que o jogadores praticam. Mas basta compreender um pouco mais do funcionamento do esporte que o observador transforma-se em um novo apaixonado. Quase um fanático. É assim no mundo inteiro. Atrai multidões na Europa, na Nova Zelândia, na Austrália, na África do Sul... Aqui no Brasil começa a ser jogado e entusiasma, por enquanto, pequenas platéias.
Como em Roma Antiga, logo as arenas estarão repletas de admiradores. Como em Roma o corpo desses atletas passa a ser uma máquina de guerreiros. Com eles vai parte da cultura assim como iam com os romanos, em cada pedaço de terra conquistado.
Ser um jogador de Rugby é ser um guerreiro disposto da tudo pelo seu time. Assim como eram os romanos são os jogadores de Rugby. Quase gladiadores.



CLIENTE: Um time de rugby

ATIVIDADE: Desenhar um uniforme (camiseta) para o time de rugby.

INSPIRAÇÃO: Arte Romana
TURMA: 1 semestre


Olhos de cobiça encontram-se com os olhos do medo. Olhando bem não se sabe mais quem domina o medo. Quem é medo, quem é cobiça. Nessa hora a cobiça sempre leva a melhor. O medo paralisa. Perde. A cobiça percebe e avança. Destrói tudo. Quase tudo. Já que o ruído dos metais força-os a lembrar o que estão buscando. Ouro, prata, ouro e mais ouro. Ouve-se o ruído novamente. O medo cala. A cobiça enche as adagas e num rastro de sangue, destrói um povo e constrói a riqueza do seu.
No outro lado do continente alguém espera por esse ouro. Ninguém deseja saber como foi conquistado. Ouve-se novamente o ruído dos metais. Dessa vez é motivo de festa. Alguém vai sorrir.



CLIENTE: Um casal comemorando as bodas de prata saíram em viagem pela América Latina. Foram de carro e durante 90 dias percorreram diversos lugares. Quando retornaram da viagem decidiram marcar a data com uma aliança especial. Querem que a aliança simbolize, de alguma maneira, essa viagem que realizaram. E ao mesmo tempo seja o símbolo do amor deles.


ATIVIDADE: Desenhar, em uma folha A3, uma aliança para o casal. Eles gostam de ouro e prata.


INSPIRAÇÃO: Arte pré-colombiana
TURMA: 2 semestre

domingo, 7 de junho de 2009

Materioteca




















A turma do primeiro semestre (11131) está continuando o trabalho iniciado no semestre anterior (11131 2008-2) e preparando uma série de kits didáticos para uso na Materioteca. Estes recursos encontram-se a disposição dos alunos e professores para uso em aula e na elaboração de seus projetos.
Os alunos usaram na confecção de seus kits, além de objetos adquiridos no comércio ou doados por empresas, materiais que normalmente seriam descartados.













quarta-feira, 3 de junho de 2009


Os primeiro cartões de visita, que temos noticia, apareceram na França do Rei Sol. Nas grandes noitadas de jogos, realizadas em Versalhes, surgiam sempre oportunidades de negócios e de ascensão social para a nobreza interessada em mais poder. O contato era feito através de uma carta de baralho onde o nobre interessado escrevia seu nome e onde encontrá-lo.
Com o tempo e com os baralhos incompletos, alguém teve a idéia de produzir o próprio cartão. Assim, na França do Rei Sol surgiu o cartão.
Usado até hoje, no mundo inteiro, o cartão tem regras culturais. Em alguns lugares do mundo, como o Japão, é necessário dobrar a ponta do cartão, quando recebido, como sinal de respeito.
Em outros lugares, colocar o cartão no bolso sem olhar, pode ser entendido como falta de educação.
Cartões mais criativos começaram a ser produzidos, a medida em que o mercado de trabalho foi ocupado por designers gráficos extremamente criativos. Um cartão bonito e eficiente é a primeira imagem do portador.

A tarefa que os alunos do 3 semestre deviam realizar era um cartão de visitas para a Diretora Executiva da Fundação Liberato.

De 4 em 4 anos os atletas do mundo inteiro são reunidos em algum lugar do planeta para viverem umas das coisas mais antigas do mundo e uma das coisas mais esperadas pelas pessoas: um período onde dedicam-se a competir com graça, garra e muita técnica. Onde, acima de tudo, demonstram aquilo que treinaram durante os 4 anos anteriores. Nesses momentos eles reverenciam aos deuses gregos do esporte e aos primeiros organizadores dos jogos de habilidade física humana. Gregos antigos misturam-se a cidadãos modernos e preocupados em vencer limites, dedicam-se com afinco a desafiar a si mesmo. Nenhum obstáculo impede esse encontro com o limite humano. Deuses e homens unem-se no esforço de viverem em paz.
A turma do 1 semestre de 2009 precisava projetar um tênis inspirado na arte grega.

quarta-feira, 29 de abril de 2009



A noite de quarta-feira foi destinada aos alunos do 1 semestre apresentarem suas idéias de projeto para o final do semestre. Foi uma noite de muita criatividade e de muito nervosismo, ao mesmo tempo. Agora, após os comentários dos professores e dos alunos dos outros semestres, vão aprimorar seus projetos para a aprensentação final que ocorrerá em julho.

terça-feira, 28 de abril de 2009




Os alunos do 2 semestre apresentaram, na noite de terça-feira, o perfil do cliente que eles representam e também, o produto que estão preparado para esse cliente. Foi uma noite de muia aprendizagem e de descobertas.

segunda-feira, 27 de abril de 2009




Segunda-feira, dia 27 de abril, foi a noite que o 3 semestre apresentou suas idéias para o projeto semestral. Foram avaliados pelos alunos do 1 e 2 semestre, que experimentaram o dificíl papel de avaliar os colegas mas ao mesmo tempo aproveitaram para conhecer com mais profundidade os trabalhos.
Agora, após a avaliaçãos dos alunos e dos professores eles ainda tem 2 meses refazerem o que precisa ser melhorado ou aprimorar o que já está quase pronto.

terça-feira, 21 de abril de 2009




A comunicação sempre foi uma das questões mais importantes de um povo. Quem domina o conhecimento domina a comunicação. Quem tem o que comunicar precisa saber comunicar, também.
Durante a Idade Média a Igreja Católica teve todas as chaves da comunicação. Ela dominava a medicina, a literatura, a música, as guerras e tudo mais que torna uma sociedade organizada. Nesse aspecto, eles foram eficientes, afinal foram quase mil anos dominando a Europa
O Comitê Ambiental da Fundação Liberato deseja se comunicar com a comunidade. Pretende ampliar a atuação do grupo. O comitê precisa de uma imagem para uma caneca de louça que pretende presentear aos funcionários da instituição. Essa imagem deve sintetizar e comunicar a mensagem da preservação do meio ambiente, e em especial, da água consumida por todos.
A representante do Comitê Ambiental, Ana Sofia, foi assistir a apresentação dos trabalhos da turma do 2 semestre. Agora o Comitê vai definir qual a caneca será premiada. Os trabalhos estão expostos no saguão do curso.

sábado, 18 de abril de 2009

No período de transição entre o século XIX e XX um dos interesses dos artistas mais avançados, era a necessidade de unir a nova produção industrial com a arte. Não era mais possível produzir objetos e produtos manufaturados sem se preocupar com a apresentação daquele produto. Foram esses artistas que iniciaram aquilo que hoje se chama de Design. Foram eles que denunciaram que a forma da produção industrial estava afastando o homem da sua essência humana. Unir arte com a revolução industrial era uma revolução. Hoje, essa preocupação foi ampliada. Hoje, a questão é unir arte, revolução industrial e os cuidados com o meio ambiente. Esse é o perfil de um profissional ligado com o seu tempo . O novo Designer é um profissional que só coloca no mercado um produto ou uma idéia que preserve o planeta
A turma recebeu em sala de aula o Comitê Ambiental da Fundação Liberato. E atendendo a solicitação do Comitê criaram um cartaz para a Semana do Meio Ambiente e o cuidado com a água, em especial.
Quando olhamos para o passado da Humanidade nos surpreendemos com uma das heranças que o Egito Antigo deixou: a idéia da eternidade. A preocupação em deixar algo para quem vai vir depois. Deixar uma herança era uma das preocupações desse povo. Deixar uma herança que seja admirada pelos povos do futuro era a idéia. Mesmo sem saber quando será esse futuro, essa herança deverá estar lá, no tal futuro. E ainda deverá causar admiração. Uma das heranças egípcias é garrafa. Tudo indica que surgiu no meio do deserto a partir da observação das reações da areia com o calor e com o fogo.
No século XXI, a questão da herança está de novo na mente da humanidade. O que deixaremos para o futuro? Que futuro estamos preparando? Também vamos ter orgulho do que estamos produzindo?
Em parceria com o Comitê Ambiental da Liberato o trabalho foi desenvolvido pelos alunos do primeiro semestre. O Comitê solicitou uma garrafa para água para presentear os funcionários da instituição.

quarta-feira, 1 de abril de 2009


Há alguns anos, há um crescimento no número de ONGs. Uns dizem que elas ocupam a função do Estado, ou seja, a ineficácia do Estado. Outros dizem que elas ocupam a necessidade humana de compartilhar e participar da vida social. Elas estão aí e ocupam espaços muito importantes na vida do planeta.

Os alunos do 3 semestre escolheram ONGs com as quais se indeficavam. Estudaram os objetivos da organização e confeccionaram imagens para camisetas de propaganda. A inspiração foi a Arte Neoclássica, o Romantismo e o Realismo. O trabalho foi feito em grupo.

Esse trabalho foi feito em conjunto com a disciplina de Computação Gráfica I da Professora Deise.

O 2 semestre dedicou o mês de março para criar embalagens de especiarias. A inspiração foi buscada nos estudos do Império Bizantino e no que hoje acontece no antigo Império. Arte Bizantina e Islâmica misturadas. As especiarias moveram o mundo e os impérios. Alguns lutaram por elas e povos foram invadidos em busca do seu sabor. A riqueza de detalhes desses períodos permitiu que os trabalhos fossem bem ricos.
A criatividade, a imaginação e a magia foram as bases desse trabalho que poderia ser usado pelo mercado atual tendo em vista o pouco investimento no design desses produtos. A turma está de parabéns.


A turma do 1 semestre entregou o trabalho de História da Arte I. Estudaram a Arte Rupestre e viram imagens das primeiras pinturas da humanidade no interior das cavernas. Observaram imagens que se repetem em vários lugares do mundo, do interior das cavernas francesas passando pela Austrália, Argentina, EUA e Brasil. As mesmas imagens em todos os lugares do mundo em uma época que não havia comunicação entre os povos.

Os alunos fotografaram as paredes das cidades que em vivem e buscaram imagens de pichações e grafites. E tinham que verificar as relações entre o que se pinta hoje nas ruas e o que já foi pintando na pré-história.