Uma das fontes de aprendizado está em compartilhar experiências, em ouvir e conhecer o trabalho de pessoas que já estão no mercado há algum tempo. Foi com essa intenção que no dia 26 de abril, os alunos do 5 semestre, receberam a visita do empresário Gilberto Vanderlei Koch, proprietário da marca calçados Thiele.
Esse é o blog do curso técnico em Design, da Fundação Liberato, Novo Hamburgo - RS www.liberato.com.br
domingo, 2 de maio de 2010
Uma das fontes de aprendizado está em compartilhar experiências, em ouvir e conhecer o trabalho de pessoas que já estão no mercado há algum tempo. Foi com essa intenção que no dia 26 de abril, os alunos do 5 semestre, receberam a visita do empresário Gilberto Vanderlei Koch, proprietário da marca calçados Thiele.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Tecnologia I Turma 11131 2010/1
domingo, 28 de março de 2010
FUNDAÇÃO LIBERATO
CURSO DE DESIGN
HISTÓRIA DA ARTE 2
Profª. Sonia Porto Machado
TAPETE VOADOR
Tecendo lentamente cada ponto, como se fosse único. Escolher o fio mais adequado e a cor mais bonita com muito cuidado. Assim, lentamente, se faz um tapete. Há séculos são feitos do mesmo jeito e com os mesmo desenhos.
Cada aldeia se apresenta com o estilo do seu povo. Os povos levam suas vidas a elaborarem verdadeiras teias.
Tapetes que servem como piso, como paredes, como cobertores, como enfeites, simplesmente, tapetes.
E que são vendidos em mercado internacional por valores muito altos.
Um povo se conhece pelo que produz culturalmente. Um tapete se conhece pela quantidade de nós que possui em seu avesso e pelos desenhos que apresenta.
Quem estuda um pouco sobre o tema será capaz de identificar origem, época, estilo apenas dando uma rápida olhada.
Mas se não somos esses estudiosos podemos perceber a beleza e admirar o trabalho sofisticado feito por povos pobres mas com uma imensa riqueza interna.
CLIENTE: Indústria de Tapetes Brasileira
ATIVIDADE: Desenhar um tapete brasileiro, em uma folha A3. Com as devidas identificações e inspiração.
INSPIRAÇÃO: Arte Bizantina
APRESENTAÇÃO: uma aula após o término do conteúdo..
RELATÓRIO a turma deverá entregar um relatório sobre a confecção dos trabalhos, sobre a apresentação e montagem, sobre os comentários dos colegas e professora. O relatório será coletivo e deverá ser entregue na aula seguinte a montagem.
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FUNDAÇÃO LIBERATO
CURSO DE DESIGN
HISTÓRIA DA ARTE 3
Profª. Sonia Porto Machado
Esse ano a Fundação Liberato completa 43 anos de atividades. Comemorar é sempre uma coisa boa. Ainda mais quando se fala
São 43 anos formando jovens para o mercado de trabalho. Uma das preocupações da escola é que a formação profissional forte com uma base humanística que o leve a ser um cidadão atuante na sociedade.
Atualmente, a escola possui em torno de 4 mil alunos originários de mais de 50 cidades.
CLIENTE:.Fundação Liberato
ATIVIDADE: em uma folha A3, fazer um cartaz comemorativo ao aniversário da Liberato, que ocorrerá dia 12 de abril.
Usar o conteúdo de Computação Gráfica I
INSPIRAÇÃO: Art Nouveau
APRESENTAÇÃO: na aula seguinte ao término do conteúdo.
RELATÓRIO: coletivo que deverá ser entregue na aula seguinte a apresentação.
domingo, 6 de dezembro de 2009

Você lembra disso? Lembra quando era criança e desejava muito esse momento? Lembra da voz de sua mãe contando uma fábula na hora de dormir?
O faz-de-conta era real, tudo podia nessas histórias. Voar e derreter próximo ao sol, morrer e reviver com um beijo, um sapo podia virar príncipe
(dizem que até hoje tem gente beijando sapo por aí), uma beterraba foi responsável por muita maldade, assoprar casas era comum, colocar o pedrinho dentro de um forno e esperar o “ponto” , construir paredes de chocolates, abrir a barriga do lobo e saltar a vovozinha inteirinha....ah! quanta magia. Pois esses contos eram mágicos. E quem lembra desse momento reconstrói essa magia e revive essa emoção.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Mulheres de Atenas
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
Mirem-se no exemploDaquelas mulheres de Atenas Vivem pros seus maridosOrgulho e raça de Atenas
Quando amadas se perfumamSe banham com leite, se arrumamSuas melenasQuando fustigadas não choramSe ajoelham, pedem imploramMais duras penas, cadenas
Mirem-se no exemploDaquelas mulheres de AtenasSofrem pros seus maridosPoder e força de Atenas
Quando eles embarcam soldadosElas tecem longos bordadosMil quarentenasE quando eles voltam, sedentosQuerem arrancar, violentosCarícias plenas, obscenas
Mirem-se no exemploDaquelas mulheres de AtenasDespem-se pros maridosBravos guerreiros de Atenas
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar um carinhoDe outras falenasMas no fim da noite, aos pedaçosQuase sempre voltam pros braçosDe suas pequenas, Helenas
Mirem-se no exemploDaquelas mulheres de AtenasGeram pros seus maridosOs novos filhos de Atenas
Elas não têm gosto ou vontadeNem defeito, nem qualidadeTêm medo apenasNão tem sonhos, só tem presságiosO seu homem, mares, naufrágiosLindas sirenas, morenas
Mirem-se no exemploDaquelas mulheres de AtenasTemem por seus maridosHeróis e amantes de Atenas
As jovens viúvas marcadasE as gestantes abandonadas, não fazem cenasVestem-se de negro, se encolhemSe conformam e se recolhemAs suas novenasSerenas
Mirem-se no exemploDaquelas mulheres de AtenasSecam por seus maridosOrgulho e raça de Atenas

No século XX, o cigarro foi símbolo de status, de charme e de glamour. Homens e mulheres usavam o cigarro para chamar a atenção, para obter mais privilégios ou, até para serem aceitos no grupo social.
Durante o mesmo século, todas as propagandas que indicavam sucesso, vinham sempre associadas ao uso do cigarro e do álcool. O fumante era considerado uma pessoa moderna. Não se discutiam as conseqüências sobre a saúde das pessoas.
Na entrada do século XXI, a visão mundial sobre o tema mudou. Os governos viram que os gastos na saúde eram muito grandes . E, começou a correr o mundo uma nova política, onde a saúde passou a ser o centro das preocupações. E com isso, o questionamento atingiu também o direito dos não-fumantes de não precisarem compartilhar o mesmo espaço físico. Dividiram-se ambientes nos bares e restaurantes até proibiu-se o uso em teatros e cinemas. Agora, isso não é mais suficiente.
A nova legislação não trabalha mais com divisões de ambientes. A lei determina que os fumantes só fumar em lugares abertos.
Países como o Japão, por exemplo, já não aceitam mais nem isso. Os fumantes japoneses só podem fumar em containers destinados para isso.
Na Califórnia, nos EUA, tem uma cidade o cigarro foi abolido, inclusive dentro de casa.
O Brasil, começou a discutir isso agora. E SP iniciou a cumprir a lei, com muita polêmica, no mês de julho.

Você muitas vezes já deve ter se perguntado sobre o que passa na mente da Monalisa para ela sorrir daquela maneira.
São tantas perguntas que esquecemos e tantos questionamentos que deixamos para trás. Pois agora é chegada a hora de colocar a imaginação em funcionamento e recuperar aquela imensa curiosidade que as crianças apresentam.
Para ser um bom designer é necessário recuperar essa criança. Liberar a censura que embota a criatividade.
Ah! A circunferência. A forma perfeita almejada por tantos. A forma que harmoniza o ambiente e aciona a serenidade interna.
Conhecida como mandala é chamada de a roda da vida, a imagem do universo que surge continuamente do mesmo centro. O que todas elas tem em comum é ponto central uno, sem existência material. Nele se reconciliam todos os opostos, ele é a essência de toda a mandala.
Muitos usam quando querem meditar ou para aumentar a percepção ou, simplesmente, aquietar os pensamentos. Contemplá-las proporciona calma a mente, é um momento de introspecção, mesmo que só por alguns instante. O círculo perfeito que aparece na roda e revolucionou o processo do trabalho humano; aparece na bicicleta usada para lazer e para transporte; aparece no CD e no Vinil, que disseminou a música pelo mundo. Enfim, o círculo perfeito segue transmitindo emoções e idéias.
Idéias e símbolos tão poderosos que até Hitler buscou usar uma mandala como representação do seu governo. E foi tão forte que hoje não pode mais ser usada sem lembrarmos de Nazi-Fascismo. Os indianos, com isso, perderam a mandala que ele consideravam a mais importante das mandalas. Veja o poder que um símbolo tem.
Você já pensou em um ambiente que precisa ser harmonizado? Já pensou no desequilíbrio do mundo em que vivemos? Já pensou na harmonia dos povos que viviam na América antes dos europeus chegarem e como eles foram aos poucos sendo exterminados em nome de uma suposta sociedade mais desenvolvida?
sábado, 17 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
CURSO DE DESIGN
HISTÓRIA DA ARTE 1
Profª. Sonia Porto Machado
Petrificar um raio de sol?
Quem não gostaria de poder guardar um pequeno raio de sol? Sim, guardar o sol. Quem já não pensou nisso? Pelo menos depois de uma daquelas longas semanas chuvosas do inverno, alguém já pensou.
O sol aquece, dá a luz, indica um novo dia, é remédio para muitas doenças, e talvez por isso, seja significado de vida. Povos que vivem em lugares que tem pouco sol, apresentam alguns problemas no relacionamento humano que não aparecem em países tropicais, com grande incidência solar. Em alguns lugares tem rituais de homenagem ao sol e outros foram mais longe, transformaram o sol em um Deus.
Dizem que os obeliscos são a representação do desejo do povo do Egito Antigo de petrificar um raio do sol. Os obeliscos permanecem até hoje, em quase todas as grandes cidades do mundo, demonstrando que mesmo após tantos séculos, eles permanecem vivos e ainda despertando interesse.
Assim, são as juras dos jovens apaixonados. Juras de amor eterno e de interesse mútuo para sempre. Se pudessem, em meio a paixão, talvez se petrificassem. Petrificariam o instante em que se interessaram um por outro. Será possível detectar o instante em que isso aconteceu? Será possível guardar esse instante para sempre?
CLIENTE: um jovem casal está com a data marcada para o casamento. Ele tem 32 anos, é cineasta (acabou de lançar um documentário) e apaixonado por quadrinhos. Ela tem 29 anos, é bailarina clássica e professora de balé para crianças. Eles desejam que essa união seja eterna e querem entregar a cada convidado um pequeno fraco simbolizando o seu amor.
ATIVIDADE: você recebeu um pequeno vidro com tampa. Use esse vidro para representar o que eles pedem.
Em cada vidro deve ser colocado um fio de nylon de 2 metros, a fim ser pendurado.
INSPIRAÇÃO: Egito Antigo
terça-feira, 29 de setembro de 2009

Portas e janelas já foram feitas de todos os tipos e materiais. Desde a Capadócia com grandes pedras fazendo a função de uma porta até portas decoradas excessivamente, como em Versalhes.
Precisamos de portas e janelas. Elas nos isolam quando queremos e abrem novos caminhos quando sabemos abri-las.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009

terça-feira, 30 de junho de 2009

Todas as sociedades criaram rituais para sinalizar os momentos importantes. Rituais para marcar nascimento, para troca de idade, para o casamento, para a morte...enfim, solenidades que dignificam a ocasião.
A formatura é um dos momentos mais importante para os estudantes e para a instituição de ensino. Para os estudantes marca a saída do ninho, onde errar fazia parte do contexto. Onde resolviam problemas juntos e as soluções e prazos podiam ser negociadas. Onde eram aprendizes e a curiosidade era a mola que impulsionava o crescimento. Marca, também, a entrada de novos profissionais no mercado de trabalho. Os medos e inseguranças partilham com a ansiedade esse novo momento.
Para a instituição é sempre motivo de orgulho ver seus alunos despedirem-se na formatura. Orgulho porque lembramos como entraram e temos claro, as modificações que viveram. Orgulho por saírem novos profissionais comprometidos com um trabalho que modifique e surpreenda o mundo.
Exatamente, o que pensava a Bauhaus. Estudar para transformar o mundo. Nada menos que o mundo. Tinham a pressa dos jovens. A ousadia e ansiedade daqueles que estão aprendendo. Achavam que faziam diferença. E faziam.
Essa ousadia é que queremos nesse trabalho. Nada menos que ousadia.
CLIENTE: Os formandos do Curso de Design da Fundação Liberato.
ATIVIDADE: Desenhar, em uma folha A3. Os dados estão em anexo.
INSPIRAÇÃO: Bauhaus
TURMA do 3 semestre
terça-feira, 23 de junho de 2009

O Rugby é considerado o segundo esporte coletivo mais popular do mundo. Originado na Inglaterra espalhou-se pelo mundo de influência britânica junto com a colonização. É considerado por muitos como uma variação do futebol. Inclusive, quando não se sabe como explicar, as pessoas dizem “sabe o futebol americano? É parecido com ele mas não é futebol.” Mas quem conhece aprende que são diferentes e possuem regras, também, muito diferentes.
Quem observa uma partida de Rugby, pensa imediatamente, na aparente violência que o jogadores praticam. Mas basta compreender um pouco mais do funcionamento do esporte que o observador transforma-se em um novo apaixonado. Quase um fanático. É assim no mundo inteiro. Atrai multidões na Europa, na Nova Zelândia, na Austrália, na África do Sul... Aqui no Brasil começa a ser jogado e entusiasma, por enquanto, pequenas platéias.
Como em Roma Antiga, logo as arenas estarão repletas de admiradores. Como em Roma o corpo desses atletas passa a ser uma máquina de guerreiros. Com eles vai parte da cultura assim como iam com os romanos, em cada pedaço de terra conquistado.
Ser um jogador de Rugby é ser um guerreiro disposto da tudo pelo seu time. Assim como eram os romanos são os jogadores de Rugby. Quase gladiadores.
CLIENTE: Um time de rugby
ATIVIDADE: Desenhar um uniforme (camiseta) para o time de rugby.
INSPIRAÇÃO: Arte Romana
TURMA: 1 semestre

Olhos de cobiça encontram-se com os olhos do medo. Olhando bem não se sabe mais quem domina o medo. Quem é medo, quem é cobiça. Nessa hora a cobiça sempre leva a melhor. O medo paralisa. Perde. A cobiça percebe e avança. Destrói tudo. Quase tudo. Já que o ruído dos metais força-os a lembrar o que estão buscando. Ouro, prata, ouro e mais ouro. Ouve-se o ruído novamente. O medo cala. A cobiça enche as adagas e num rastro de sangue, destrói um povo e constrói a riqueza do seu.
No outro lado do continente alguém espera por esse ouro. Ninguém deseja saber como foi conquistado. Ouve-se novamente o ruído dos metais. Dessa vez é motivo de festa. Alguém vai sorrir.
CLIENTE: Um casal comemorando as bodas de prata saíram em viagem pela América Latina. Foram de carro e durante 90 dias percorreram diversos lugares. Quando retornaram da viagem decidiram marcar a data com uma aliança especial. Querem que a aliança simbolize, de alguma maneira, essa viagem que realizaram. E ao mesmo tempo seja o símbolo do amor deles.
ATIVIDADE: Desenhar, em uma folha A3, uma aliança para o casal. Eles gostam de ouro e prata.
INSPIRAÇÃO: Arte pré-colombiana
TURMA: 2 semestre
domingo, 7 de junho de 2009
Materioteca
quarta-feira, 3 de junho de 2009

Com o tempo e com os baralhos incompletos, alguém teve a idéia de produzir o próprio cartão. Assim, na França do Rei Sol surgiu o cartão.
Usado até hoje, no mundo inteiro, o cartão tem regras culturais. Em alguns lugares do mundo, como o Japão, é necessário dobrar a ponta do cartão, quando recebido, como sinal de respeito.
Em outros lugares, colocar o cartão no bolso sem olhar, pode ser entendido como falta de educação.
Cartões mais criativos começaram a ser produzidos, a medida em que o mercado de trabalho foi ocupado por designers gráficos extremamente criativos. Um cartão bonito e eficiente é a primeira imagem do portador.

A turma do 1 semestre de 2009 precisava projetar um tênis inspirado na arte grega.